
MOVE_EU
O objetivo geral desta missão é fornecer conhecimentos especializados para apoiar a Comissão nas áreas da mobilidade aérea urbana, indicadores de mobilidade urbana sustentável e centros multimodais.

O objetivo geral desta missão é fornecer conhecimentos especializados para apoiar a Comissão nas áreas da mobilidade aérea urbana, indicadores de mobilidade urbana sustentável e centros multimodais.

Na UE, três instrumentos fundamentais moldam as operações aeroportuárias: o Regulamento relativo às faixas horárias (95/93) garante uma atribuição equitativa da escassa capacidade das pistas através de uma coordenação independente e da regra «use-it-or-lose-it» (use ou perca); a Diretiva relativa às taxas aeroportuárias (2009/12/CE) impõe uma tarifação transparente e não discriminatória e a consulta entre as companhias aéreas e os aeroportos; e a Diretiva relativa à assistência em escala (96/67/CE) abre o acesso a serviços essenciais, permitindo restrições limitadas por motivos de segurança ou de espaço.

As ambições da estratégia Europa 2020 de alcançar um crescimento sustentável e inclusivo e incentivar a criação de emprego deveriam ser apoiadas por infraestruturas físicas que reforçassem a conectividade transfronteiriça, a coesão e a concorrência económica e atenuassem os efeitos das alterações climáticas.

A fuga de carbono refere-se à situação em que, devido aos custos adicionais impostos pelas políticas climáticas, a atividade económica ou o tráfego se deslocam de regiões com restrições de emissões mais rigorosas (como a UE) para regiões com regras mais flexíveis, levando a um aumento das emissões de gases com efeito de estufa fora da área regulamentada.

A Comissão Europeia selecionou 11 consórcios de consultores de transportes para apoiar os coordenadores europeus na implementação dos nove corredores europeus de transporte e duas prioridades horizontais: o Espaço Marítimo Europeu (EMS) e o Sistema Europeu de Gestão do Tráfego Ferroviário (ERTMS). O contrato para o estudo do Corredor Europeu de Transporte Atlântico foi adjudicado a um consórcio liderado pela TIS.PT, envolvendo a INECO, a EGIS, a M-FIVE, a PANTEIA, a ARUP e a EITC.

O setor dos transportes está a enfrentar diferentes desafios e mudanças, nomeadamente a digitalização e os avanços tecnológicos, as mudanças de padrões sociais com a urbanização, a migração e a envelhecimento demográfico, para além das alterações climáticas e a escassez de mão-de-obra.